segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

A que ponto chegou à televisão brasileira?


Hoje estive olhando algumas reportágens na TV “UOL”, os comentários do apresentador do programa nos trás de uma caracteristica informal sobre os aspectos que giram em torno da TV, é incrível como as emissoras conseguem se denegrir.
Quem sofre as conseqüências são os telespectadores. Como todos dizem “o dinheiro sobe a cabeça das pessoas” a cobiça deixa as pessoas mais “perversas”.
As emissoras Redes Record e Globo iniciaram praticamente uma guerra que é fácil entender os motivos, poucas pessoas entendem o porquê, mas é suficientemente claro se partirmos do principio “dinheiro". Uma emissora com mais audiência, conquistar os melhores merchandisings por assim dizer, e com isso os melhores valores, hoje a disputa pela audiência esta claramente vista por todos e o telespectador está mais esperto, porém não menos burro, pode dizer que “fieis” e “telespectadores", são enganados em ambas as emissoras, com versões ignorantes umas entre as outras de acusações que mais parece briga de criança.
A rede Record tem a “cara de pau” de parar a sua programação para mencionar supostos delitos cometidos pela concorrente rede Globo, nos cultos da Igreja Universal como mencionado o programa “Ooooops” da TV UOL, os fieis sentem-se afetados pelas acusações da rede Globo, e se podemos dizer até manipulados (a igreja pede que não assistam a Globo, pede que seja reirado o canal de suas televisões com programações em seus aparelhos) isso nós da a margem que precisamos para entender que o prejudicado não é o dono da emissora mas sim a população, ambas emissoras são importantes na cultura desse pais, mas não tem o direito de tratas seus principais interesses de lado, devem perceber que acima de tudo temos que ser éticos e não perder o controle da nossa EDUCAÇÃO.
Ora a Globo acusa a Record de plágio, ora outra a Record levanta hipótese de que a globo está maquiando os dados de audiência (caso abordado na própria Record em sua programação decorrente ao apagão no Brasil no ultimo mês) isso é uma vergonha para nosso pais, onde já temos muito no que se preocupar como governantes corruptos.
Não defendo nenhuma das duas, em minha opinião temos que buscar nossas conclusões e definir o que assistir, nem a Record e muito menos a Globo estão no caminho certo, pois, pouco a pouco estarão caindo e caindo até não poderem mais sair do buraco, estão criando uma imagem que denigre a todos, onde já se viu retirar dinheiro de inocentes para “bancar” o sustento e contratos milionários de uma emissora que quer apenas o primeiro lugar em audiência, isso me deixa consternado, em que ponto chegou, cadê à evolução do mundo, a sabedoria das pessoas. Dizem que na igreja você encontra pessoas com sabedoria, pessoas que se dizem representantes de Deus, por favor, não usem o nome dele para seus crimes para sua “patifaria”.

Qual a definição para essas pessoas? COITADOS, enganam os pobres com falsas promessas e embutem ricos para maior riqueza.
No Brasil temos uma diferença social que assusta quando olhada, o rico é rico demais e o pobre é pobre demais, nem em paises mais pobres que o Brasil temos uma diferença tão consideravel.

Até onde vamos chegar com essa briga inútil por dinheiro, quando vamos concluir essa fase mórbida, fútil, retórica mal falada e quando teremos realmente pessoas que possam erguer a justiça e fazer o melhor para todos?


Por: Sergio Soares

domingo, 4 de outubro de 2009

Eu sei...


Eu sei que tudo que podemos fazer é pra sempre e, também sei que isso nunca vai ser o bastante.
Eu sei que tudo que sei não é pra todos, é pra tudo, e saber não é a verdade absoluta na vida, um dia um alguém me disse, não acredite em tudo que te dizem, acredite no que seu coração quiser fazer, pois, sem saber fará o que ao menos não se arrependerá.
Sonhar nunca foi e nunca será a realização de nada, mas será o principio de tudo.
Eu sei que assim que chegar onde quero, vou querer ser mais e quando quiser mais sempre vou querer mais.
Olhar pra longe não significa que terei visão de futuro, mas sim que tenho expectativas para o amanhã.
Serei sempre um pequeno homem preso dentro de um mundo plural e não um grande homem dentro de um universo singular.
Eu sei que todos os dias serão diferentes e voláteis, e que nunca será difícil para aquele que acredita na eficiência de ser um grande homem em um mundo plural.
Diversidade não é sinal de problema, é sinal de oportunidade, amor não é sinal de felicidade e sim de conquista...
Aprendi que aprender não é a coisa mais importante, mas o importante é saber o que aprender, saber o que amanhã não se sabe nos dará mais força para tentar conquistar mais um dia de vivencia e não de sobrevivência.
Aprendi o que sei, mas não sei o que ainda serei se não depender de mim, será tão claro e escuro como o não saber que o dia amanhecerá, com uma grande chance de ser feliz.
Ah e eu sei que enquanto estou vivo não vivo o bastante para ser quem necessariamente quero ser.
Eu ainda sei que o que sei hoje pode ser o que me salavará amanhã, e sei que o quero pra mim desejo para o outro.
E sei que se você me ler saberá que quero ser como você quer que seja em seu amor.


Por: Sergio Soares

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Andragogia – a arte e a ciência na aprendizagem do adulto


Sabemos que as crianças são totalmente dependentes, tal dependência que leva aos pais uma postura protetora e a exercer certa autoridade sobre elas. No inicio pelos pais, e posteriormente a responsabilidade passa a ser também dos professores. Com o passar dos anos, na adolescência o métodos mudam. A maturidade da fase adulta nos traz a independência. As experiências nos proporcionam aprendizados, os erros nos trazem vivências que marcam para toda a vida. Somos, então, capazes de criticar e analisar situações, fazer paralelos com as experiências já vividas, aceitar ou não as informações que nos chegam.

Foi por isso que o norte-americano Malcolm Knowles criou o método chamado Andragogia, que nada mais é a arte e a ciência destinada a auxiliar os adultos a aprender e a compreender o processo de aprendizagem, ou um modelo Pedagógico para o ensino de adultos.
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O adulto como aprendiz tem características diferentes da criança, e o Professor Dr. Gilberto Teixeira, comenta estas características levantadas por Knowles, que ao atingir a idade adulta o individuo modifica seu auto-conceito de dependente para independente, ele acrescenta uma certa experiência diferente da criança, tem sua motivação cada vez mais orientada para buscar e desenvolver seu papel social e modifica sua perspectiva de tempo; isto é, conhecimento com aplicação imediata.

Mas por sua vez o modelo Andragogico é baseado em vários pressupostos diferente do modelo pedagógico:

- A necessidade do saber: Os adultos tem a necessidade de saber por que eles precisam aprender algo, antes de aprende-lo.
- Auto-conceito de aprendiz: Os adultos tem o auto-conceito de serem responsáveis por suas decisões, por suas próprias vidas.
- O papel das experiências dos aprendizes: Os adultos, por terem vívido mais tempo, acumulam mais experiências do que na fase criança/adolescente, em conseqüência da sua educação.
- Prontos para aprender: Os adultos estão sempre dispostos a aprender, com o objetivo de resolver a vida real.
- Orientação para aprendizagem: Diferente da educação das crianças. O adulto está centrado na sua vida, seus problemas e suas tarefas, na orientação para sua aprendizagem.
- Motivação: Alguns adultos tendem a motivação externa (maior salário, melhor emprego), mais pesquisas mostram que o maior motivador é o interno (auto-estima, qualidade de vida).

O método Andragogico não é centrado apenas somente no ensino do adulto, Rodrigo Goecks em sua pesquisa “Educação de Adultos – Uma abordagem Andragógica” nos diz a respeito dos métodos Andragógicos nas empresas, e que estes conceitos estão se expandindo para a Gestão de Pessoas, Planejamento Estratégico, Marketing, Comunicação, Processos de Qualidade, etc., menciona ele, desde simples reuniões até complexos projetos de Planejamento Estratégico estão seguindo métodos baseados em conceitos Andragógicos.

Algumas empresas já perceberam as vantagens e rapidamente implantaram programas de formação para transformarem seus funcionários em facilitadores permanentes dentro da organização. A lição que Rodrigo Goecks deixa com isso é: “ O comprometimento com o sucesso de um novo projeto é imediato quando todos os envolvidos saem da posição de espectadores para a posição de participantes.”


Por: Jéssica Manhi

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Analise de SWOT


Hoje venho a falar sobre um tema interessante a analise de SWOT e suas funções.

Em muitas empresas sejam elas pequenas ou grandes sempre existe um momento onde há a necessidade da criação de um planejamento estratégico, em função destes momentos como conquista de novos clientes, ou até mesmo na necessidade de criação de um novo produto precisamos ter uma base concisa e forte para um melhor posicionamento das ideias de mercado.

Na administração e Marketing existe uma forma eficiente para chegar a essa base, a analise de SWOT. Com uma dedução simples essa ferramenta que foi criada por dois professores da Harvard Business School:
Kenneth Andrews e Roland Christensen, nos trás uma eficácia perfeita.

O termo SWOT é uma sigla que agrupa quatro palavras da língua inglesa, são elas, Forças (Strengths), Fraquezas (Weaknesses), Oportunidades (Opportunities) e Ameaças (Threats). No Brasil a SWOT é conhecida como FOFA ou FODA, que viabiliza o nosso entendimento.

Na pratica essa ação é aplicada em dois ambientes, ambiente interno com (forças e fraquezas) e no ambiente externo (oportunidades e ameaças), em muitas situações podemos usá-las, a prática para esse uso é simples, primeiro tenho que conhecer o mercado que pretendo entrar e também conhecer muito bem o meu negócio. Reconhecer todos os meus pontos fracos e fortes já é um começo.

A análise de SWOT ou FOFA pode ser usada de forma abrangente como, pesquisa de mercado, reposicionamento de marca, criação de novos produtos, avaliação de marca, market share dentre outros, até em sua vida se ela pode ser uma importante aliada para a mudança.

Usando a Ferramenta

Daremos inicio com o ambiente interno, vamos avaliar agora as forças e fraquezas de determinada empresa. Vamos usar como exemplo de força fatores como: qualidade de produto, eficiência de logística e flexibilidade (esses exemplos são abrangentes, portanto deve-se analisar muito bem a empresa), como fraqueza vamos usar exemplos como: falta de qualidade no atendimento ao cliente e comunicação.
Agora vamos avaliar o ambiente externo, nesse cenário devemos conhecer o mercado como um todo além de concorrentes. Vamos usar como exemplo de Oportunidade: mercado em crescimento no Brasil, criação de novas políticas que possibilitam a venda de nossos produtos. Agora exemplos de ameaças: novos concorrentes do mercado internacional.
Com base nesse cenário podemos criar um planejamento para a contensão de maiores problemas e realização de melhorias em meu potencial, elaboração de um plano para recuperar meus pontos fracos e transforma-los em força, engajar nas oportunidades e ter cautela com as ameaças.

Repare que de uma analise simples já temos uma base importante para reconhecer onde devo tocar e com assertividade conquistar o mercado, no ambiente interno vejo meu próprio nariz e no ambiente externo aproveito o que tenho de oportunidade e nas ameaças... Bom, nas ameaças terei muita cautela e tenho que saber trabalhar com ela e acima de tudo tentar ser o melhor.

Valorizando as minhas potencialidades e curando minhas feridas terei mais eficiência no meu planejamento. Rentabilidade, reconhecimento e maior participação de mercado, isso é uma conseqüência que faz parte de um objetivo tangível para qualquer empresa, agora caso ela queira ser a segunda colocada, ou seja, a primeira derrotada vá fundo.

Por: Sergio Soares

domingo, 16 de agosto de 2009

Como encantar seus clientes


Hoje diante de muitas situações as grandes empresas se desdobram para conseguir crescer mais, contudo os funcionários precisam de uma motivação ou de um ponto para impacto mensurável e coerente. Assim todos tentam conquistar sua ascensão das formas mais complexas possíveis, sendo que existe uma forma que é exposta no titulo de Bob Miglani, escritor do livro “Como encantar seus clientes”, nesse livro Bob conta suas experiências como atendente no balcão de uma sorveteria que pertence a sua família, ele expõe de forma clara e exemplificada como encantar seus clientes, com apenas bom relacionamento e simples dicas uma das formas mais efetivas de atender a demanda que lhe é oferecida. Esse livro é uma lição para quem pretende melhorar seu atendimento, tanto para um executivo como para um atendente de linha de frente de uma empresa, além de viabilizar o processo de atender também serve para sua vida pessoal, pois mostra o relacionamento de família constituída em anos de existência desta sorveteria.
Mesmo como a historia da Michels de Jack Michell, Bob nos traz uma obra que segue apenas uma filosofia para alavanca seus negócios, o relacionamento com seus clientes. Detalhes como saber o nome dos seus principais clientes, conhecer suas preferências, poupar imprevistos e fideliza-los desde o entregador até o presidente mundial de franquias faz parte do atributo que ele nos expõe. Seriedade e compromisso são palavras que definem junto ao relacionamento com clientes os pontos cruciais para alavanca seus negócios ou aumentar sua lista de network.

Um bom exemplo de atendimento

Em um trecho do livro Bob acabara de chegar se seu trabalho, ele havia chegado de uma viagem de cinco dias por alguns paises, bob faz parte de uma empresa importante e uma das maiores do mundo (no livro ele não expõe o nome da empresa), contudo ele chega direto para a loja e vai para traz do balcão, ele costuma fazer isso aos finais de semana para ajudar seus pais, contudo em um atendimento um garoto o chamou de burro. Fico imaginando Bob tem um emprego, ele é um importante executivo em uma das maiores empresas do mundo que faz parte da fortune 500 (listas das empresas mais ricas do mundo) e tem um cargo de extrema responsabilidade, conseguiu se controlar e respeitar seu cliente, engoliu um grande sapo e é isso que uma empresa deve fazer, pois o cliente jamais voltaria em um lugar onde as pessoas te respondem e como Bob disse ‘eu não voltaria’. O cliente merece respeito, tudo dentro de um relacionamento justo e conciso, por mais que ele te deixe irritado, lembre-se, ele é seu Cliente.

Na minha opnião o relacionamento é um dos pontos mais importantes, devem ser levados muito em consideração para empresas prestadoras de serviço, pois a imagem da empresa se reflete com o relacionamento com seus clientes.

Bob Miglani trabalha a 13 anos em uma companhia da fortune 500. Muito respeitado em sua área, esta sempre procurando encontrar novos consumidores e desenvolver novas parcerias inovadoras. No fim de semana, ele atende um outro tipo de cliente, na loja Daire Quem da Família.


Por: Sergio Soares

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Profissionalismo? Onde?









Hoje em muitas empresas vemos situações que nos deixam embravecidos ou desfavorecidos com certas atitudes. Costumo sempre buscar entender conceitos básicos que prevaleçam a integridade moral da instituição ou das pessoas, trabalho com muitas pessoas em um fluxo diário e isso tudo me fez entender o valor individual de cada um. Hoje muitas pessoas não sabem o que e quando realizar uma tarefa e é ai onde entra o papel de líder, o líder tem que ser capaz de servir, como já dizia o livro “O monge e o Executivo”, mas o líder tem que ser apenas um bom servidor?




Apenas Servir...



Dentro da minha opinião não creio muito nisso, um líder tem que saber valorizar o relacionamento nas três extremidades, um com você e o seu subordinado outro é a empresa com seu subordinado e por fim seu você com a empresa, diante desse conceito podem ter um vinculo de relacionamento coerente para os três lados.





Apropriação em busca de resultado...
Vou expor algo que se algum superior que já tive ler vai ficar decepcionado, nunca fiz algo por uma pessoa em especial, sempre valorizei o meu relacionamento com a empresa, sempre fiz pela empresa e pelo conjunto que ela representa, ou seja 'as pessoas' e sempre farei isso pela empresa que estiver, pois acredito que um líder não tem que ter colaboradores motivados em apenas agradar seu superior, mas sim em manter uma fidelidade com si mesmo e acima de tudo com ética e profissionalismo, assim se cria um profissional. Algumas pessoas sempre me questionam que alguém ou algum superior lhe fez algo desnecessário, simplesmente explico que o relacionamento de efetiva racionalização de resultado é com a empresa e busque ter uma coisa chamada resiliência.

Embora tudo que se tenha hoje seja uma percepção superficial sobre o assunto muitos lideres acreditam que esse é o melhor caminho, sempre tive minha vida como uma lição burocrática, as pessoas deveriam ter mais resiliencia diante nas situações de seu dia-a-dia. No livro “Códigos da Inteligência” Augusto Cury sugere como um código a ser desenvolvido por uma pessoa que é o código da resiliência ou pscicoadaptação como a capacidade de sobreviver às intempéries da existência. Definição de Resiliencia é a capacidade de um material de suportar tensões, pressões, intempéries e adversidades. E também é a capacidade de esticar, de assumir formas e contornos para manter sua integridade, preservar sua anatomia, manter sua essência.
Muitas pessoas não têm ciência sobre a importância de se relacionar com as três pontas do vinculo profissional e fazem o oposto da resiliencia, que é extrapolar os limites do profissionalismo, qual a diferença entre seu superior e você, em minha opinião nenhuma, todos são especialistas em suas áreas e apenas isso.

Em meu trabalho tenho como missão apenas mostrar as pessoas que na vida tudo tem um sentido, por mais que exista algum tipo de adversidade também existe a redenção, é como aquela velha idéia para que algo exista algo tem que acontecer, ou ainda melhor embora todos venha a acreditar que teve um fim, na realidade aquela matéria apenas mudou de forma. Então sigo com minha idéia, suas opiniões são validas, desde que dado o momento certo, mas alguém sabe me dizer qual é o momento certo?

Valorize seu relacionamento com seus companheiros de trabalho e simbolize a sua maturidade com honestidade e caráter, que tenho certeza que saberá encontrar o seu momento.

Por: Sergio Soares

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Abrace seus clientes


Um livro que defini perfeitamente um ponto de vista, que deveria ter sua indeias aplicadas em treinamentos pelas empresas prestadoras de serviço. Neste livro o escritor Jack Michell dono e presidente de uma rede de lojas de roupas estadosunidense, mostra com exemplos claros como sua empresa se destaca nos negócios e o seu sucesso apenas seguindo uma filosofia o “Relacionamento com Clientes”.

Além de trazer e nos mostrar exemplos claros baseados em seu negocio ele nos cativa a demonstrar o respeito que nossos clientes merecem, com humildade, respeito, bom direcionamento, compreensão e honestidade percebemos cada vez mais como podemos conquistar nossos objetivos.

Embora o titulo do livro trate-se de um abraço ele usa de forma linda que um abraço é definido por suas ações, quando se trata de forma amigável e carinhosa um cliente se conquista sua confiança, quando se trata como apenas mais um consumidor você perde o respeito e também um cliente importante, pois se torna claro quando se perde um cliente perde um bom negocio.

Hoje e sempre como costumo dizer sempre temos o que aprender, e esse livro nos dá uma lição de como se relacionar e o importante é que ainda podemos levar esses ensinamentos para atribuir valor a seus produtos e serviços. Gostei muito de algo que ele disse, quando lhe questionado: “Um cliente pediu para provar uma peça que estava na vitrine de uma outra loja, o vendedor lhe negou alegando que não poderia retirar da vitrine, pois estragaria sua arrumação” e a outra historia é “um cliente pediu para usar um telefone e o vendedor o direcionou para o telefone publico a três andares para baixo” ele deixa claro, é importante a vitrine? Sim, mas e o seu cliente? Mais ainda, para deixar claro a vitrine é importante, mas o seu cliente é muito mais, e o uso de um telefone? Custa oferecer o telefone da própria loja e fidelizar seu cliente, ou seja, dar um bom abraço.

O relacionamento com seu cliente é fundamental, então adote essa filosofia e tenho certeza que terá ainda mais sucesso em seus negócios. Você que trabalha no ramo de serviços use essa dica e leia essa obra que com certeza lhe ajudará a compreender a importância de seus clientes, pois como Jack Michell disse “Uma empresa sem cliente e colaboradores não terá negocio”.

Por: Sergio Soares